sábado, 22 de setembro de 2007

Bodas de ouro

Há quem diga que a celebração das bodas de ouro dos pais do engenheiro agrônomo Luiz Jairo dia 30 de setembro terá como sobremesa especial muita politica, com direito a ser inserida na refeição propriamente dita. È aguardar pra ver. Desde já, quero parabenizar aos homenageados.

FM Liberdade

Certamente hoje no programa semanal da Câmara Municipal, bem como no da prefeitura, serão debatidas as questões relativas a viagem dos vereadores e do prefeito municipal à capital federal, certamente estará posta a discussão acerca do asfaltamento de nossa estrada. Vamos escutar.

Renan IV

Na verdade, há quem diga que houveram divergências entre o senador e o advogado em procedimentos de defesa tomados no primeiro processo, onde claramente o parlamentar precipitou-se na procura ilimitada de documentos até forjados que quase cassou seu mandato.

Renan III

O advogado Eduardo Ferrão não atuará nos demais processos que correm no processo de ética contra o senador Renan Calheiros. Em carta endereçada ao parlamentar, o advogado sugere que seu primeiro processo atrapalhou diversas demandas de clientes, devido a longevidade do debate, de forma que agora pretende se dedicar àquelas causas. Será que foi isso? mesmo assim, o causídico confia na absolvição do parlamentar nos demais processos.

Renan II

Na verdade, pode até ser legal a ação proposta pelo senador, pode não, é. No entanto, atenta contra dois dos princípios mais basilares da Administração: O da Moralidade e da Publicidade. Um representante do povo não poderá usar como escudo um instrumento que não permite seu representado saber quais são suas ações no desempenhode seu mandato, sob pena de afetar de morte o princípio da representatividade.

Renan I

O Senador Almeida Lima, do PMDB de Sergipe, ajuizou um Mandado de Segurança Preventivo contra possível ato que considera ilegal do Presidente do Conselho de Ètica do senado, senador Leomar Quintanilha no Supremo Tribunal Federal para evitar que as votações dos demais processos contra o senador Renan Calheiros naquele conselho sejam abertas, evitando assim que não se repita o que ocorreu na primeira votação. Fiel escudeiro do senador alagoano, o senador se baseia no preceito constitucional do voto secreto, de forma que lhe é garantido de manter sob sigilo a análise das representações relatadas.

CPMF

A base aliada do governo embalada com a votação em primeiro turno da CPMF corre para evitar algum tipo de deserção e aprova-la tranquilamente no segundo turno na Câmara. Para isso, o presidente da casa Deputado Arlindo Chinaglia já marcou seis sessões extras para discutirem a proposta de prorrogação do tributo e da DRU( Desvinculação da Receita da União) até 2011, onde será discutida 10 destaques e 65 emendas apresentadas. Ele quer diminuir o ritmo da votação unificando algumas emendas de teor semelhante. Apesar dessa iniciativa, o governo ainda vai ter que rebolar muito para aprovar com mais rapidez. È o velho instrumento do que é dando que se recebe, ou, nas expressões do Deputado Ronaldo Caiado (DEM), " o governo topa tudo por dinheiro".